Sindicato ameaça onda de greves caso governo não responda caderno reivindicativo dos trabalhadores

O presidente do sindicato regional das províncias de Luanda, Bengo e Icolo e Bengo, dos trabalhadores da Educação, Cultura, Desporto e Comunicação Social, Zacarias Geremias, advertiu o governo caso não atenda as preocupações dos trabalhadores, no início do próximo ano vai houver várias greves, o dirigente sindical fez essa alerta durante o primeiro congresso ordinário que se realizou no sábado dia 10 de Outubro em Luanda, onde foi reeleito para mais um mandato.
O sincalista fez saber que neste momento há um caderno revendo ativo no sector petrolífero na empresa Sona gás, de acordo com Zacarias Geremias, as negociações estão ser bem tratado entre a entidade empregadora e o sindicato tendo com o prazo das negociações no dia 13 do Novembro, o líder sindical disse que para este novo mandato tem como prioridade a construção de um hospital para os trabalhadores, o dirigente reconheceu que é um desafio muito grande para se materializar esse desejo, e salientou que é possível com o empenho de todos" nós temos notado no sector da educação sempre que solicitamos área da saúde temos enfrentado muitas dificuldades para sermos atendidos, e também já temos um projecto habitacional para construção de 6 mil residenciais" finalizou.
Por outro lado, Zacarias Geremias fez saber que o sindicato tem preveligiado o diálogo, mas têm encontrado barreira por parte do governo, por isso tem surgido várias greves, e se o governo continuar a mostrar resistência nas negociações apartir de Janeiro do próximo ano vão se registar muitas paralizaçoes em vários sectores, " apelamos o executivo para ver aflição dos trabalhadores para se evitar greves."
Já o presidente da "UNTA" Adriano dos Santos, disse que tem se registado a falta de dialogo por parte do governo, por isso é que tem surgido descontentamento por parte dos trabalhadores, o caso recente foi a greve no sector da educação, " por exemplo no caso concreto da educação nós federação sindical defendemos que já não é altura de continuar com um orçamento de 1 digito na classe, é altura da educação ter um orçamento a cima de 2 dígitos, só para ter em conta, na África Austral, Angola é o único país que tem orçamento mais baixo na educação não se entende uma vez que país pretende combater o anafebetismo, é preciso investir muito na educação" salientou o dirigente.
Adriana dos Santos, denunciou que há líderes sindicais que têm sido reféns de um determinado partido político, tendo dito que esta postura não pode ser de um sindicato" devemos deixar o medo de lado, e preciso saber colocar o casaco de sindical e o de partido politico, porque nós sindicalistas só defendemos os filhados dentro da lei que o país estabelece" defendeu o líder sindical.






