Bienal de Luanda: João Lourenço quer união de África para atrair fluxos financeiros
O Presidente da República de Angola, João Lourenço, defendeu nesta quinta-feira, na capital do país, a união dos estados membros do continente africano para uma melhor atração dos fluxos financeiros internacionais e dinamizar a economia. O chefe de Estado angolano discursava para abertura da IV edição do Fórum internacional para a cultura de paz e não-violência, a Bienal de Luanda.

"É necessário que a África se una para exigir a desburocratização dos fluxos financeiros internacionais e a canalização prioritária de ajudas não reembolsáveis e de um pacote de empréstimos concessionais justos para a adaptação climática", afirmou.
João Lourenço disse que os países africanos precisam de capital para operacionalizar as prioridades nacionais, consagradas nas estratégias estabelecidas em cada país do continente, para fazer face às alterações climáticas.
O Presidente da República de Angola considera esta edição da Bienal uma oportunidade de diálogo inter-geracional e que se tornou num espaço de interpelação mútua, onde a experiência e serenidade dos líderes mais velhos convergem com a energia transformadora e com a criatividade e audácia da juventude.
"Saúdo, por isso, com particular entusiasmo, os doze jovens líderes representantes das cinco regiões de África, os activistas e os Embaixadores da juventude africana para a paz", disse.






