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Soberanos do Ndongo e Matamba ganham em breve memorial de homenagem

O Memorial dos Soberanos do Ndongo e Matamba, em construção na província de Malanje, cujas obras de construção terminam dentro de 12 meses, visa homenagear os ancenstrais daquela região do país.

RedacçãoMalanje2 min de leitura3 comentários

Soberanos do Ndongo e Matamba ganham em breve memorial de homenagem

O arquitecto, Cláudio Makivavila, director geral-adjunto da ASPIF e fiscal da obra, garantiu que a equipa de fiscalização vai acompanhar a execução do Memorial dos Soberanos do Reino do Ndongo e Matamba, na província de Malanje,, com o objectivo de assegurar a qualidade dos trabalhos e o cumprimento do prazo previsto de 12 meses.

Segundo o responsável, o projecto tem um grande impacto histórico a nível nacional e poderá contribuir para o turismo, tendo em conta a importância histórica da região, com mais de 600 anos.

Em declarações aos jornalistas, Cláudio Makivavila explicou que o memorial vai contemplar dois templos, um dedicado aos irmãos Ngola e outro aos soberanos do Reino do Ndongo.

O projecto prevê igualmente a construção de um edifício auxiliar, destinado a apoiar as duas estruturas. O espaço contará com uma recepção, biblioteca, zona de interacção social e área de exposição, além de uma zona destinada aos rituais, que dará acesso aos túmulos dos soberanos e dos irmãos Ngola.

Fiscalização aposta na qualidade da obra

Questionado sobre as garantias de qualidade da empreitada, o engenheiro assegurou que a fiscalização acompanhará a execução dos trabalhos, tendo em conta a dimensão histórica do projecto.

“Enquanto fiscais, garantimos a qualidade do que será feito a nível da empreitada”, afirmou, sublinhando a importância da obra para a preservação da história nacional e para a valorização turística da região.

Chuvas não são vistas como impedimento

Sobre o facto de as obras arrancarem durante o período chuvoso, o responsável considerou que as condições climatéricas não deverão constituir um obstáculo determinante ao cumprimento dos prazos.

De acordo com Cláudio Makivavila, o empreiteiro já desenvolve trabalhos na província e conhece a realidade local, uma experiência que, na sua avaliação, poderá facilitar a resposta às dificuldades provocadas pelas chuvas.

O fiscal acrescentou que a própria equipa de fiscalização também possui experiência de trabalho na região, o que poderá contribuir para contornar eventuais constrangimentos decorrentes das intempéries

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