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Primeiro-ministro da Guiné-Bissau exige rapidez na investigação da morte do activista Vigário Balanta

Ilídio Vieira Té manifestou preocupação com a demora do processo e defendeu o apuramento da verdade e a responsabilização dos eventuais envolvidos na morte do activista, encontrado sem vida em Março deste ano, na região de Oio.

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Primeiro-ministro da Guiné-Bissau exige rapidez na investigação da morte do activista Vigário Balanta

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, apelou à celeridade das investigações sobre a morte do activista Vigário Luís Balanta, encontrado morto a 31 de Março de 2026, nos arredores de Nhacra, região de Oio.

A posição foi manifestada esta sexta-feira, 30 de Outubro, após uma visita de cortesia ao procurador-geral da República, Mário Yalá, e ao presidente do Tribunal de Contas. Na ocasião, o chefe do Governo afirmou estar preocupado com a demora na tramitação do processo e manifestou interesse em conhecer o ponto de situação das investigações.

Segundo Ilídio Vieira Té, é necessário que as autoridades competentes avancem com o trabalho de investigação, de modo a esclarecer as circunstâncias da morte e permitir que a justiça seja feita, contribuindo também para aliviar o sofrimento dos familiares da vítima.

Activista foi encontrado com sinais de violência

Vigário Luís Balanta, de 35 anos, foi encontrado sem vida em Ndam Lero, a aproximadamente 30 quilómetros de Bissau. De acordo com as informações divulgadas pelo jornal O Democrata, o corpo apresentava ferimentos provocados por arma branca e disparos de arma de fogo.

O caso suscitou preocupação e expectativas quanto ao esclarecimento das circunstâncias em que ocorreu a morte do activista.

Durante o encontro, o primeiro-ministro reconheceu as limitações enfrentadas pelas instituições judiciais, nomeadamente a insuficiência de recursos humanos e materiais.

Ilídio Vieira Té garantiu que o Governo de transição pretende apoiar as novas equipas da Procuradoria-Geral da República e do Tribunal de Contas, procurando reduzir algumas das dificuldades existentes, dentro das possibilidades do Executivo.

O chefe do Governo destacou ainda a importância destas instituições para a defesa da legalidade, a fiscalização das finanças públicas e a arrecadação das receitas do Estado.

Até ao momento, não foram apresentados, no relato divulgado, novos resultados conclusivos da investigação sobre a morte de Vigário Balanta.

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