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Alojamento turístico Luiana Plain Expedition Camp com reservas preenchidas até Dezembro de 2026

Desde a sua inauguração, aos 18 de Julho de 2026, pelo Ministro do Turismo, Márcio Daniel, o alojamento turístico do Luiana Expedition Camp, tem registado uma grande afluência de turistas internacionais, ávidos de conhecer e desfrutar dos atractivos turísticos da Componente Angolana da ATFC KAZA, estando com as reservas preenchidas até Dezembro de 2026.

RedacçãoCubango2 min de leitura3 comentários

Alojamento turístico Luiana Plain Expedition Camp com reservas preenchidas até Dezembro de 2026

Mais de 150 Turistas internacionais já, pernoitaram no referido alojamento turístico e tiveram a oportunidade de realizar Safaris para a observação da Vida Selvagem e passeios de barco ao longo do Rio Cuando.

Os turistas, que permanecem na região em média por três dias tem observado uma grande quantidade e diversidade de fauna selvagem destacando-se grandes manadas de Elefantes, Búfalos, Palancas, Zebras, Gnus, Impalas para além de grandes carnívoros como o Leopardo e o Cão Selvagem.

Os passeios de Barco ao longo do rio Cuando, tem sido bastante concorrido porque permitam observar uma grande quantidade de hipopótamos e crocodilos, para além da beleza da paisagem e uma grande diversidade de aves.

O atractivo turístico do Parque Nacional de Luengue Luiana   tem impressionado positivamente os turistas que visitam pela primeira vez o nosso País e manifestam o interesse de voltar e conhecer outros recantos naturais do País.

Para Simone Micheletti, responsável do Alojamento Turístico Luiana Expedition Camp, Angola entrou definitivamente na rota do Turismo dos Países Membros do KAZA e o interesse de turistas em visitar a região tem crescido de forma continua, havendo diversos operadores internacionais com interesse em trazerem turistas para a região angolana do Okavango.

Realçou também que o seu alojamento turístico, com apenas dois meses de existência regista uma Taxa de ocupação na ordem de 80%, estando já preenchidas reservas até Dezembro. 

Contudo, fez saber que o maior constrangimento reside na inexistência de um posto Fronteiriço legalizado na região, o que tem condicionado algumas entradas de turistas sem reservas antecipadas, considerando que a entrada dos mesmos, pela via da fronteira do Bico de Angola, carece de prévia autorização dos Governo da Namíbia e de Angola.

Assim, apelou os respectivos países membros da ATFC KAZA, para a conclusão do processo de legalização e construção do Posto Fronteiriço do Bico de Angola/ Sussuwe, no quadro da Gestão Coordenada de Fronteiras.

Realçou ainda que o referido Posto Fronteiriço devia ser usado unicamente para fins turísticos, considerando que está localizado numa área de conservação transfronteiriça, onde deve-se limitar-se o movimento comercial para melhor protecção da vida selvagem e valorização turística da área.

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