Gravidez precoce e abandono escolar acendem sinal de alerta no Icolo e Bengo

O vice governador da província do Icolo e Bengo, Agostinho António Pedro, mostrou-se preocupado com o número elevado de gravidez precoce naquela província facto que leva muitas adolescentes abandonarem o sistema de ensino, o dirigente, lamentou está situação por isso pediu aos pais, encarregados de educação, a comunidade e a sociedade em geral para em conjunto trabalhar para a redução da gravidez na adolescência a fim de evitar a distância escolar, Agostinho António Pedro, revelou este facto nesta sexta feira no centro Cultural no Zango-2 município de Calumbo durante o acto central do dia internacional da Rapariga que se assinala no próximo domingo dia 11 de Outubro.
Por outro o vice governador , fez saber que o gabinete provincial da Acção Social Família e Promoção da Mulher, tem trabalho através de vários projetos para garantir o direito das meninas, tendo destacado o programa PIAC onde realçou a reabilitações e construções de escolas e entrega de merenda aos estudantes estudantes, e frisou que o governo da província do Icolo e Bengo está a trabalhar arduamente para que não se verifica mas crianças que abandonam a escola, tendo apelado os mesmos para não desistir de estudar para o desenvolvimento do país " ainda dentro do PIAC nós temos outro pilar que é a saúde amiga do paciente, nós temos enfrentado vários constrangimentos sobre a gravidez precoce, o número é muito elevado, e isso nos preocupa muito, por esta razão estamos apelar os pais, encarregados de educação, professores, a comunidade e a sociedade em geral que devem estar engajados para reduzir o número de de gravidez precoce na província do Icolo e Bengo".
Já em nome das raparigas da província do Icolo e Bengo falou a pequena Angícia Oliveira, que se mostrou preocupada com o número elevados de raparigas fora do sistema de ensino e que segundo ela está situação tem adiado o sonho de muitas crianças, e que as vezes não são ouvidas as preocupações que apresentam as entidades governamental " nós queremos uma sociedade onde nenhuma rapariga seja impedida de estudar , onde os seus direitos sejam respeitados, onde possamos crescer em segurança protegida da violência e dos casamentos precoces e onde tenha as mesmas oportunidades que os rapazes nós rapazes" disse Angícia Oliveira.
Por outro lado, a pequena Angícia Oliveira, pediu que as raparigas sejam mais ouvidas e valorizadas para ter espaço para participar na construção de um país cada vez melhor, tendo apela as famílias, as escolas, as instituições e sociedade para promover e proteger os direitos das raparigas " está celebração não seja apenas um momento de festa, mas sim um compromisso renovado de garantir que cada rapariga têm oportunidade de crescer, sonhar e realizar o seu potencial" salientou.
A secretaria de Estado para Família e Promoção da Mulher, Alcina Kindanda, disse que o executivo angolano está preocupado com o índice elevado de casamento na infância com maior destaque nas zonas rurais onde se registam número elevado de gravidez precoce, tendo dito que o casamento da adolescência constitui uma grave violência dos direitos humanos, a dirigente, realçou que o Estado angolano tem vindo consolidar políticas e instrumentos para a proteção da criança reduzir o número elevado de gravidez precoce e evitando assim o abandono escolar.






